quinta-feira, 28 de agosto de 2025
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
Trombofilia: o que é, quais são as causas e como ela impacta a vida das pessoas.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Eu só queria alguém…
quinta-feira, 3 de julho de 2025
A Presença Feminina na Política Brasileira: Representatividade ou Cumprimento de Cota?
domingo, 22 de junho de 2025
Guerra entre Irã e Israel: como esse conflito pode afetar o Brasil e a vida de todos nós
sábado, 21 de junho de 2025
Quando a vida ensina na pele, a luta vira missão
O Direcionamento que Vem de Deus
domingo, 15 de junho de 2025
O machismo de saia: quando a opressão fala com voz de mulher
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Cada amor que passou por mim teve um som, um ritmo, uma letra.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
Nem tudo que muda faz barulho, mas há silêncios que anunciam recomeços.
terça-feira, 29 de abril de 2025
Nem tudo que muda faz barulho, mas há silêncios que anunciam recomeços.
sexta-feira, 18 de abril de 2025
A torta da minha mãe: memória viva e cheiro de aconchego
quinta-feira, 17 de abril de 2025
Eu sou o que restou, e o que resistiu.
terça-feira, 15 de abril de 2025
A Realidade da Saúde Pública no Espírito Santo: A Urgência de um Sistema que Respeite a Vida.
terça-feira, 8 de abril de 2025
Carta ao Silêncio Que Me Habita
segunda-feira, 17 de março de 2025
domingo, 16 de março de 2025
quarta-feira, 12 de março de 2025
Páginas Viradas
segunda-feira, 10 de março de 2025
Os Pássaros que Não Cantam
domingo, 9 de março de 2025
sábado, 8 de março de 2025
Neste Dia Internacional da Mulher, não há o que comemorar. Há o que reivindicar. Há o que mudar.
Por todas que vieram antes de nós.
Por todas que ainda virão.
E, principalmente, por todas que não tiveram a chance de continuar.
Quantas Vitórias ainda precisarão morrer? Quantas Aracelis?
O feminicídio continua.
O ataque contra as mulheres continua.
O preconceito contra as mulheres continua.
A desigualdade salarial continua.
E nós, mulheres, seguimos lutando para sobreviver em um mundo que insiste em nos matar.
Nesta semana, Vitória foi brutalmente assassinada. Jovem, cheia de sonhos, teve sua vida arrancada por homens que não aceitavam sua liberdade. Mataram-na por ciúmes, por ódio, porque ela ousou dizer "não". Dois ou três homens, a mando do ex-namorado, decidiram que ela não tinha mais o direito de existir.
Mas Vitória não foi a primeira. Araceli também não.
Araceli Cabrera Sánchez Crespo era apenas uma criança de oito anos quando foi sequestrada, violentada e morta por homens influentes no Espírito Santo, em 1973. Seu corpo foi encontrado seis dias depois, marcado pela crueldade dos agressores. E não, Araceli não usava roupas curtas, não provocava, não se "colocou em risco". Porque a violência contra meninas e mulheres nunca foi sobre a roupa, sobre o comportamento ou sobre "estar no lugar errado". Sempre foi sobre poder, sobre a crença de que nossos corpos não nos pertencem, sobre um sistema que protege os agressores e culpa as vítimas.
O feminicídio é uma das principais causas de morte de mulheres no Brasil. A cada seis horas, uma mulher é assassinada simplesmente por ser mulher. Os números são alarmantes e colocam o Brasil entre os países com as maiores taxas desse tipo de crime no mundo.
Diariamente, 140 mulheres são mortas no mundo por alguém da própria família. São mães, filhas, irmãs, amigas que perdem suas vidas dentro de suas próprias casas, vítimas daqueles que deveriam protegê-las. E, enquanto muitos tratam esses casos como "crimes passionais", a verdade é que são crimes de ódio, de posse, de poder.
O enfrentamento ao feminicídio não pode ser apenas uma luta das mulheres. Os homens, que são os principais agressores, também precisam fazer parte dessa mudança. Precisam reconhecer, refletir e agir para que a violência de gênero seja combatida desde a raiz.
Quantas Vitórias ainda precisarão morrer? Quantas Aracelis, Marielles, Marias? Quantas mães vão enterrar suas filhas? Quantas mulheres precisarão ter medo de terminar um relacionamento? De andar sozinhas? De simplesmente existir?
Não queremos flores no Dia da Mulher. Não queremos homenagens vazias enquanto nossos nomes são escritos em lápides. Queremos justiça, queremos mudanças, queremos viver.
Porque enquanto houver uma única mulher morta por ser mulher, a luta não pode parar.
Gracciene Farias
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Resenha de "Registros Multiformes do sentir", de José Roberto de Oliveira
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
sábado, 25 de janeiro de 2025
Se Amar Primeiro: A Jornada da Autocura e do Amor Próprio
domingo, 19 de janeiro de 2025
MAR ( II )
MAR ( I )
Eu fui concebida no mar,
nas águas que embalavam os sonhos
antes mesmo de serem meus.
Ali, entre correntes e brisas,
uma vida começou,
moldada pela calma das marés
e pela força do infinito.
Eu nasci onde a espuma beija a areia,
e o horizonte é sempre uma promessa.
Minha infância foi de pés descalços e sal na pele,
de correrias pela beira-mar,
onde as ondas sussurravam segredos
que só as crianças podiam ouvir.
As conchas eram minhas irmãs,
cada uma trazendo histórias em suas curvas.
As algas, minhas guardiãs,
se enroscavam em meus tornozelos
como quem diz: "Fique, você pertence a este lugar."
E o Baiacu…
Ah, ele era meu cúmplice, meu pequeno amigo.
Eu o segurava nas mãos,
sentia sua barriga inflar como um balão,
e com um sorriso, o devolvia ao seu mundo,
sabendo que ele voltaria para mim.
Minha casa era o azul que não termina,
onde o céu e o mar se encontram
sem nunca se separar.
Minha mãe, invisível aos olhos,
se fazia presente em cada onda,
em cada brisa que acariciava meu rosto.
Ela me ensinou que o mar é vida,
e que eu sou feita da mesma água
que se renova a cada maré.
Hoje, quando olho para o oceano,
vejo um reflexo de mim mesma.
Não importa quão longe eu vá,
o mar é minha raiz,
minha casa, meu lar eterno.
Gracciene Farias
sexta-feira, 10 de janeiro de 2025
Amor também é ficar.
O amor, para mim, nunca foi um conto de fadas. A vida me ensinou muito cedo que amar também é atravessar tempestades. Carrego cicatrizes in...
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Na minha casa, há dois passarinhos. Pequenos, frágeis, silenciosos. Eles não cantam. Não chilreiam pela manhã, não assobiam ao entardecer. A...