Sorrio sem porquê, talvez porque o simples ato de existir já seja razão suficiente. Carrego comigo o peso leve das palavras e o encanto das histórias que elas contam ao passar.
Escrevo sobre o que me toca: os abraços da saudade, os ecos do amor, as raízes da família e as marcas que o tempo traça com cuidado em minha alma.
Vivo para sentir – e sinto profundamente. Porque, no fim, o que importa é sentir. É isso que me mantém viva, e é isso que me inspira a escrever.
Gracciene Farias
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