Verso 1
Eram sementes no vento, tão leves, tão frágeis,
Promessas de um jardim que o tempo não quis guardar.
Suspiros apagados, em um céu tão distante,
Desenhei meus sonhos no chão, só pra vê-los voar.
Refrão
Quatro estrelas caíram, sem fazer alarde,
E o silêncio gritou no vazio que deixaram.
Eu as conto na noite, um segredo guardado,
Brilham só pra mim, no céu apagado.
Verso 2
Me disseram que o tempo cura, mas ele só esconde,
As marcas de uma ausência que insiste em ficar.
Cada estrela apagada tem um nome que ouço,
Mas não posso chamar, não posso alcançar.
Ponte
São ecos de vidas que quase nasceram,
Melodias que o universo calou.
Ainda dançam nos meus pensamentos,
E no meu peito, um berço ficou.
Refrão
Quatro estrelas caíram, sem fazer alarde,
E o silêncio gritou no vazio que deixaram.
Eu as conto na noite, um segredo guardado,
Brilham só pra mim, no céu apagado.
Final
E quando olho as estrelas, sinto um leve calor,
Como se o brilho delas fosse feito de amor.
Quatro estrelas perdidas, mas nunca esquecidas,
Guardadas em mim, nas memórias escritas.
Gracciene Farias
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